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A seguir estaremos mostrando alguns vídeos e letras de músicas relacionadas a história que está indo ao ar no blog diversidadeintegrada.com.br . Um dos personagens, José, tirou um cochilo em uma noite de muita angustia e as músicas que tocavam estão, junto com suas letras, vídeos e informações sobre os artista.
No episódio número 6, da história intitulada Do Pior ao Melhor, que você pode ler acessando: http://diversidadeintegrada.blogspot.com/2010/01/tema-da-semana-tolerancia.html
Músicas que embalaram o cochilo de José. No Blog elas são cantadas por Julie Andrews e Mama Cass. Aqui vamo observar separadamente e conhecer cada uma das músicas que fazem parte do Medley que acabou fazendo o personagem central do episódio VI ficasse mais pensativo?
Dream a litlle dream
– na voz de Loius Armstrong
Dream a Little Dream of Me Sonhe Um Pequeno Sonho Comigo
Stars shining bright above you,
Night breezes seem to whisper, “I love you”;
Birds singin’ in the sycamore tree;
Dream a little dream of me…
Say “nighty-night” and kiss me,
Just hold me tight and tell me you’ll miss me;
While I’m alone and blue as can be,
Dream a little dream of me…
Stars fading, but I linger on, dear,
Still craving your kiss;
I’m longing to linger til dawn, dear,
Just saying this:
Sweet dreams til sun beams find you,
Sweet dreams that leave our worries behind you;
But in your dreams, whatever they be,
Dream a little dream of me
Stars fading, but I linger on, dear,
Still craving your kiss;
I’m longing to linger til dawn dear,
Just saying this:
Sweet dreams til sun beams find you,
Sweet dreams that leave our worries far behind you;
But in your dreams, whatever they be,
Dream a little dream of me
[ Estrelas brilhando acima de você
“As brisas da noite parecem sussurrar “Eu te amo”
Pássaros cantando no plátano
Sonhe um pequeno sonho comigo
Diga boa noite e beije-me
Apenas abrace-me apertado e diga que sentirá minha falta
Enquanto eu estou só e triste
Sonhe um pequeno sonho comigo
Estrelas desaparecendo, mas eu persisto, querido
Ainda desejando seu beijo
Eu espero persistir até o amanhecer, querido
Apenas dizendo isso
Doces sonhos até os raios de sol te encontrarem
Doces sonhos que deixam todas as preocupações para trás
Mas em seus sonhos, quaisquer que eles sejam
Sonhe um pequeno sonho comigo
There’s a New World Coming
And it’s just around the bend
There’s a new world coming
This one’s coming to an end
There’s a new voice calling
You can hear it if you try
And it’s growing stronger
With each day that passes by
There’s a brand new morning
Rising clear and sweet and free
There’s a new day dawning
That belongs to you and me
Yes a new world’s coming
The one we’ve had visions of
Coming in peace, coming in joy, coming in love
Há um novo mundo chegando
E isto está ao redor de nós
Há um mundo novo que vem
Esse vai chegar ao fim
Há uma voz nova chamando
Você pode ouvi-la se você tentar
E é cada vez mais forte
A cada dia que passa
Há uma marca nova manhã
Sorridente, clara e doce e livre
Há um novo dia amanhecendo
Que pertence a você e eu
Sim um mundo novo que vem
O que nós tivemos foi uma visão de
Está vindo paz, vindo alegria, vindo o amor …
Nobody can tell ya
There’s only one song worth singing
They may try and sell ya
Cause it hangs them up to see someone like you
But you’ve gotta make your own kind of music
Sing your own special song
Make your own kind of music
Even if nobody else sings along
You’re gonna be nowhere
The loneliest kind of lonely
It may be rough going
Just to do your thing’s the hardest thing to do
But you’ve gotta make your own kind of music
Sing your own special song
Make your own kind of music
Even if nobody else sings along
So if you cannot take my hand
And if you must be going
I will understand
You’ve gotta make your own kind of music
Sing your own special song
Make your own kind of music
Even if nobody else sings along
You’ve gotta make your own kind of music
Sing your own special song
Make your own kind of music
Ninguém pode te dizer
Que só uma canção que vale a pena ser cantada
Eles podem tentar te convencer
Pois eles ficam perturbados
Em ver alguém como você
Mas você tem que…
Fazer seu prórpio tipo de música
Cantar sua própria canção especial
Fazer seu próprio tipo de música mesmo que ninguém mais cante junto
Então se você não puder pegar minha mão
E se você tem que ir
Eu vou entender
Você vai conhecer
o tipo mais solitário de solidão
Pode ser difícil ir
fazer o que tem que fazer
a coisa mais difícil a fazer
Mas você tem que…
Fazer seu próprio tipo de música
Cantar sua própria canção especial
Fazer seu próprio tipo de música mesmo que ninguém mais cante junto
Então se você não pode pegar minha mão
E se você tem que ir
Eu vou entender
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ESTE VÍDEO RETRATA O ENCONTRO COM A NOSSA VERDADE INTERIOR. FALA DOS CAMINHOS E DA CORAGEM NECESSÁRIA PARA SEGUIRMOS NOSSO IDEAL A DESPEITO DAS CONVENÇÕES SOCIAIS! ESPÍRITO DE ENVERGADURA MORAL ENORME O EXEMPLO DE CLÁUDIA PRÓCULA NOS EXORTA ATÉ HOJE A SERMOS PERSEVERANTES E CORAJOSOS AO DEFENDER O QUE SABEMOS SER JUSTO E FRUTO ADVINDO DA ÁRVORE DO AMOR.
CLICK NO LINK E ACESSE O VÍDEO
http://www.saltoquantico.com.br/2009/06/26/homenagem-a-eugenia-como-claudia-procula/
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POR QUE ADIAR A FELICIDADE? VAMOS COMEÇAR A ESPALHAR O AMOR!!
MESMO COM NOSSAS IMPERFEIÇÕES, COM NOSSOS DEFEITOS, MESMO NOS ACHANDO INCAPAZES…PODEMOS SIM MUDAR O RUMO DE NOSSAS VIDAS E INTERFERIR POSITIVAMENTE EM NOSSA HUMANIDADE. EXPERIMENTE!! VEJA E REVEJA SEUS CONCEITOS E PRECONCEITOS, MERGULHE EM SI, MEDITE, MUDE A ROTA, TRANSFORME A DESGRAÇA EM GRAÇA A CRISE EM OPORTUNIDADE CRIATIVA. DOE AMOR…VAMOS OLHAR ONDE ESTÁ NOSSO EGOÍSMO? VAMOS COLOCAR NOSSO MONSTRINHO A SERVIÇO DO ANJINHO? VAMOS REVOLUCIONAR NOSSAS VIDAS!! VAMOS ENFRENTAR NOSSO GRANDE INIMIGO: NÓS MESMOS!
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Manuel Alves do Prado Neto*
“…O objetivo de toda ciência é fazer descobertas, e toda descoberta desconcerta mais ou menos as opiniões aceitas…”, disse-nos o eminente sociólogo novecentista Émile Durkheim(1858-1917) no prefácio da primeira edição de As regras do Método sociológico. Nesse texto o autor delimita o objeto da sociologia e lhe propõe um método de investigação. Até então as ciências que estudavam o homem e suas instituições o faziam a partir dos cânones erguidos pelos estudos da natureza. Era com base na objetividade e regularidade dos fenômenos da Biologia e da Física que se pensavam o homem e as forças sociais que o constituíam e o mobilizavam. Para avançar na compreensão do homem, na sociedade do seu tempo, Durkheim forjou o conceito de fato social que sendo para ele, o objeto da sociologia, “[consiste] em maneiras de fazer e de pensar, reconhecíveis pela particularidade de serem capazes de exercer sobre as consciências particulares uma influência coercitiva.”. Ainda segundo ele “… as maneiras coletivas de agir e de pensar tem uma realidade exterior aos indivíduos que, a cada momento do tempo, conformam-se a elas.” No intuito de tornar claro sua linha de raciocínio o autor persiste: “Quando desempenho minha tarefa de irmão, de marido ou de cidadão, quando executo os compromissos que assumi, eu cumpro deveres que estão definidos, fora de mim e de meus atos, no direito e nos costumes.” Isso posto convido o leitor para refletir sobre o seguinte problema: será o assassinato de “homossexuais” um fato social? Esse tipo de crime ocorre com uma regularidade espantosa. Seus atores principais se assemelham em consideráveis aspectos. Os algozes na imensa maioria dos casos não possuem passagem pela policia, são jovens e quase que invariavelmente vivem uma “homossexualidade” subterrânea apesar de se dizerem “heteros” convictos. A vítima possui quase sempre o mesmo perfil. O ato criminoso em si é caracterizado por extrema selvageria. Não satisfeitos com a morte do individuo os assassinos quase sempre mutilam o corpo e nele, ouvidos, olhos, língua e pênis são pontos a serem atingidos.
Cabe ressaltar que o uso da categoria fato social que estamos propondo aqui tem o simples objetivo de provocar uma reflexão que tome o crime em discussão como coisa no sentido sugerido por Durkheim. Como algo que é exterior aos indivíduos e que mobiliza suas ações a partir das representações de mundo que o fato lhes impõe. Que fique claro; não concordamos com a noção patológica ou normal que o autor propõe.
A sucessão de coincidência extrapola o próprio crime. Nos dias que sucedem o acontecimento a população reage às noticias com uma homogeneidade de opinião que se não fosse trágica seria cômica. Muitos ficam mais surpresos com a orientação sexual da vítima, ali escancarada, que com a própria circunstancia do crime. E a imensa maioria lamenta, diante das matérias jornalísticas, que aquele pobre indivíduo, vitima da lassidão de sua própria sexualidade, tenha sucumbido de forma tão trágica. Fica claro, nessa hora, que a sua “homossexualidade” é muito mais assustadora, aos olhos penosos da população, que a barbárie do crime.
A seqüência do raciocínio que impera nessas ocasiões, mas que quase sempre não é explicita é mais ou menos assim: Se ele não fosse “homossexual” não correria o risco dessa exposição, logo, isso não lhe aconteceria. Nesse ângulo de visão percebemos uma macabra constatação. A vítima passa a ser o réu. Sem o “homossexual” não haveria o criminoso, portanto, a “homossexualidade” é a causa do crime. Isso fica ainda mais claro na regularidade dos argumentos de defesa do assassino. Por eles o “homossexual” é apontado como alguém que quis romper, sem acordo prévio, as regras da relação. Sendo acusado de ter pretendido inverter os supostos papeis sexuais ou simplesmente de ter se recusado a cumprir algum acordo pré-estabelecido. Tudo é tão previsível que chega a parecer um fenômeno natural.
Mas, onde será que esses criminosos que estão separados por anos, por estrato social, e muitas vezes por décadas, aprendem a construir os passos desse crime? Haveria uma instituição especifica preparando-os para a reprodução do comportamento que resultam nesse ato bárbaro? Porque não é suficiente roubar? Porque é necessário matar brutalmente e mutilar? Porque será que o “sexo marginal” é quase sempre a única alternativa para o “homossexual” viver a sua sexualidade? A decisão de viver “marginalmente” a sexualidade é uma escolha do individuo “homossexual” ou é uma exigência social? Quais são as representações sociais da “homossexualidade” que apresentamos para as nossas crianças? Como, costumeiramente o personagem “homossexual” aparece nas nossas novelas e filmes? O que nos diz – sobretudo com o silêncio – as nossas famílias a respeito da “homossexualidade”? Qual o tratamento que recebe o “homossexual” nos celebrados programas humorísticos? A visão que temos a respeito da “homossexualidade” é a mesma em todas as sociedades contemporâneas e em todas aquelas que foram superadas pelo tempo? Quando e em quais circunstâncias foram criados os termos “homossexual”, “gay”, “viado” etc? Será que esses termos sempre existiram na história? Por fim, e talvez como fundamento disso tudo, o que nos diz sobre a “homossexualidade” os amorosos e fraternos discursos religiosos?
Na escola, o garoto ou a garota que apresenta algum comportamento atribuído ao “homossexualismo” é costumeiramente motivo de chacota ou de qualquer outro tipo de exclusão. Que vem não apenas dos colegas, mas também de vários professores, que por ignorância, preconceito ou por opção assume, de alguma forma, o discurso da tradição. Em casa o silêncio ou a agressão pronunciada completa o projeto de estigmatização. Na rua a relação vai desde a dolorosa tolerância até os mais variados tipos de discriminação. Aonde quer que se vá e para onde quer que se olhem nos depararemos com todo tipo de censura. E é nesse território minado que produzimos a legitimidade da agressão. É aqui que damos ao criminoso a carta branca para decidir pela morte ou pela vida do indivíduo que ousou viver o sexo do qual não se pode falar o nome.
*Prof. de História da rede estadual de ensino
Coordenador Estadual do Programa “Mais Educação”
netoalves18@yahoo.com.br
manuel.pradoneto@seed.se.gov.br
E VOCÊ ESTÁ TOMADO PELO “FATO SOCIAL “DO PRECONCEITO?
JÁ PENSOU QUE VOCÊ PODE CONTRIBUIR PARA O ASSASSINATO DOS GAYS MESMO SE ACHANDO “MODERNO, CABEÇA ABERTA E CONVIVENDO COM GAYS”? SABIA QUE SE VC CONVIVE COM ALGUÉM COMO AMIGO E NO FUNDO ACHA QUE O SEU AMIGO GAY OU AMIGA QUE POSSUI UM COMPANHEIRO OU COMPANHEIRA NÃO DEVE MANIFESTAR CARINHO COM O “CONJUGE” EM VIA PÚBLICA É UMA FORMA DE ASSASSINATO? JÁ SE IMAGINOU SEM PODER MANIFESTAR CARINHO COM SEU PARCEIRO(A) ISSO É VIDA?
AH…VOCÊ TEM AMIGOS MAIS DIZ ABERTAMENTE QUE NÃO QUER TER FILHOS GAYS PORQUE NÃO QUER QUE ELES SOFRAM…SERÁ MESMO? SERÁ QUE VC NÃO ESTÁ MATANDO A AUTO-ESTIMA DE SEUS AMIGOS E DIZENDO CLARAMENTE QUE VOCÊ NÃO QUER CONSTRUIR UM MUNDO EM QUE HOMOSSEXUAIS POSSAM SER RESPEITADOS? SERÁ QUE NO FUNDO VOCÊ NÃO QUER ASSASSINAR O SONHO DA CONVIVÊNCIA HARMÔNICA PORQUE ACHA ERRADO SER GAY?
PENSE…REFLITA E CONSTRUA UM NOVO MUNDO! ESSE NOVO MUNDO PODE COMEÇAR QUANDO VOCÊ AMAR DE VERDADE OS SEUS “AMIGOS” GAYS!
TRANSFORMAR A VIDA PARA MELHOR! NÓS PODEMOS SIM!
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- ELE FOI TRATADO COMO MARGINAL DURANTE GRANDE PARTE DA VIDA
- AS IDÉIAS DESTE HOMEM ERAM EMBASADAS EM TEORIAS CIENTÍFICAS E OS VALORES MORAIS DEFENDIAM A FAMÍLIA HUMANA
- ELE FOI TRATADO COMO MARGINAL EM SUA ÉPOCA, COMO REVOLTADO, COMO ALIENADO, E FALANDO CONTRA A FAMÍLIA
- ELE FOI BEM TRATADO, BEM VISTO E ALÇADO A CONDIÇÃO DE LÍDER DE UMA NAÇÃO.
Psicóloga x Cazuza!
Esta mensagem precisa ser retransmitida para todas as FAMÍLIAS!
Uma psicóloga que escreveu, corajosamente algumas verdades.
Uma psicóloga que assistiu ao filme escreveu o seguinte texto:
‘Fui ver o filme Cazuza há alguns dias e me deparei com uma coisa estarrecedora.. As pessoas estão cultivando ídolos errados..
Como podemos cultivar um ídolo como Cazuza?
Não sei se idolatria é uma saída para compreender e nem se relacionar com pessoas e artistas. Porém creio que nenhum ser humano, mesmo deve ser encarado como repudiável de todo. Suas ações até podem ser repudiáveis mas levar isso para o pessoal pode ser exatamente o caminho que nos iguala (dentro de nós) ao que tanto criticamos ou repudiamos nos outros.
Concordo que o filme é muito limitado e super valoriza alguns traços negativos da personalidade de Cazuza. Agora, porque temos que pensar nestas pessoas que estão em evidência como heróis ou heroínas e não como seres humanos?
A mensagem do filme para a juventude e a mensagem da vida dele não é das mais compensadoras não e isto é auto-evidente. Os excessos o levaram para a auto-destruição. É claro que vale ressaltar e destacar alguns pontos para que não caiamos na tentação de falsos moralismos:
mas reverenciar um marginal como ele, é, no mínimo, inadmissível.
Marginal, sim, pois Cazuza foi uma pessoa que viveu à margem da sociedade, pelo menos uma sociedade que tentamos construir (ao menos eu) com conceitos de certo e errado. Porque uma pessoa vive a margem da sociedade que dramas ela passa para se excluir e ser excluída? Será que a forma como tratamos os indivíduos homossexuais em nossa cultura brasileira machista não acaba estimulando as pessoas a serem auto-destrutivas? O que é certo ou errado? o que para uma pessoa instruída em graduações psicóloga, pedagoga, físico, etc…deve ser ”pensar em certo ou errado” ? Há 100 anos seria certo mantermos relações sexuais com pessoas negras? Há 80 anos era certo mulher votar? temos de ai refletir sobre os conceitos de certo e errado mesmo, pois sabemos e isso o exemplo de Cazuza é claro: nossa sociedade não cultiva e não produz há um bom tempo pensamentos e atitudes saudáveis, que promovem o respeito às diferenças e condições mais amorosas de vida. Para mim o filme também é muito claro neste sentido
No filme, vi um rapaz mimado, filhinho de papai que nunca precisou trabalhar para conseguir nada, já tinha tudo nas mãos. A mãe vivia para satisfazer as suas vontades e loucuras. O pai preferiu se afastar das suas responsabilidades e deixou a vida correr solta.. Será que é tão simples assim? Porque será que ele foi sendo tão mimado? Será que o fato de demonstrar desde guri que era Gay não fez com que o pai se afastasse e a mãe excessivamente o super protegesse?
será que é fácil se sentir desde cedo diferente? o filme não mostra os detalhes da infÂncia. Bem…a vida também não mostra detalhes…quantas vezes acabo julgando o vizinho ou o próximo…achando isso ou aquilo dele procurando moldá-lo ao que eu acho certo e errado e aplicando “regras sociais” ao invés de ser libertário e aplicar os conceitos verdadeiramente cristãos, humanitários e de compaixão?
São esses pais que devemos ter como exemplo?
Cazuza só começou a gravar porque o pai era diretor de uma grande gravadora..
Existem vários talentos que não são revelados por falta de oportunidade ou por não terem algum conhecido importante.
Cazuza era um traficante, como sua mãe revela no livro, admitiu que ele trouxe drogas da Inglaterra, um verdadeiro criminoso. Concordo com o juiz Siro Darlan quando ele diz que a única diferença entre Cazuza e Fernandinho Beira-Mar é que um nasceu na zona sul e outro não.
Fiquei horrorizada com o culto que fizeram a esse rapaz, principalmente por minha filha adolescente ter visto o filme. Precisei conversar muito para que ela não começasse a pensar que usar drogas, participar de bacanais, beber até cair e outras coisas, fossem certas, já que foi isso que o filme mostrou.
Bem…a depender da idade da filha se não teve certas conversas e não tem conseguiu perceber que alguns valores humanos estão consolidados como princípios de ação…será que foi uma atitude boa expô-la ao conteúdo? Afinal…o filme pode ter ajudado vocÊs a convesarem sobre coisas que sem ele não conversariam e ela poderia julgar ou deduzir o que você pensa sobre estes temas…agora, vocês convesaram abertamente e ela teve a oportunidade de repente falar sobre mágoas, sobre como se sente diante da sociedade, oxente…será que esta não foi uma oportunidade terapêutica? Será que não tem um lado bom nisso?
Por que não são feitos filmes de pessoas realmente importantes que tenham algo de bom para essa juventude já tão transviada? Será que ser correto não dá Ibope, não rende bilheteria?
Como ensina o comercial da Fiat, precisamos rever nossos conceitos, só assim teremos um mundo melhor.
pois é temos que rever e muito os nosso conceitos sempre: Isso nos ensina: Jesus, Cristo, Buda, Freud, Iung, Lacan…
Cristo por exemplo julgou muito pouco as pessoas e deu exemplos impecáveis de afabilidade com inimigos e com pessoas “marginalizadas” socialmente. Tem uma passagem que ele diz inclusive que prostitutas e meretrizes entrariam no céu antes que “certas figuras tidas como boazinhas socialmente” como publicanos e religiosos…
Então…a autenticidade, o auto-amor e a mensagem de piedade e compaixão foram crucificados e até hoje o são!!!
Devo lembrar aos pais que a morte de Cazuza foi consequência da educação errônea a que foi submetido. Será que Cazuza teria morrido do mesmo jeito se tivesse tido pais que dissesem NÃO quando necessário?
Lembrem-se, dizer NÃO é a prova mais difícil de amor .
Pois é e como será que era a Escola do rapaz…as amizades será que o problema é só o Não? Não é simplista reduzirmos um drama existencial a uma só variável desta equação que é a vida? Analisar uma trajetória de vida como se fosse uma bolo que saiu “solado” porque faltou só untar a forma não é meio reducionista e acaba por agredir todo conhecimento acadêmico, religioso, emocional que hoje dispomos?
Não deixem seus filhos à revelia para que não precisem se arrepender mais tarde. A principal função dos pais é educar.. Não se preocupem em ser ‘amigo’ de seus filhos.
Eduque-os e mais tarde eles verão que você foi à pessoa que mais os amou e foi, é, e sempre será, o seu melhor amigo, pois amigo não diz SIM sempre.’
a mãe de Cazuza que faz palestras e sugiro que as pessoas que tiverem acesso a Fundação Viva Cazuza as assistam faz uma auto-crítica também sobre os conteúdos e muito corajosamente expõe sua intimidade para impedir que outros filhos de outras mães tenham o mesmo fim. Estimula campanhas contra as Drogas e ações na área de direitos humanos. Ah…Inclusive estimula que crianças que nascem com HIV sejam tratadas com amor e não rejeitadas pela sociedade e estigmatizadas, já que o tratamento que recebem no meio social é de estigmatizadas. Bem quem é surdo, cego, gordo, obeso, gay, travesti, nordestino, negro, etc…sabe bem o que é o preconceito e como somos “classificados” e destratados ou bem tratados pelas pessoas a depender do tipo de preconceito que tenhamos.
Temos autoridades religiosas que estimulam as pessoas a transarem sem camisinha, incitam ódio e intolerância. Temos autoridades políticas super vivas que fazem piadinhas com a condição sexual das pessoas e muitos outros profissionais que estão no cotidiano interferindo horrorosamente para prejudicar muitas vidas…será que a vida deste artista não pode servir para refletirmos sobre o que na prática devemos fazer em nossos lares e nas nossas relações para não reproduzirmos a parte ruim desta rota?
não dá pra negar que nos momentos ruins ele teve pessoas ao lado, teve declarações de amor, teve a possibilidade de rever conceitos de sua vida, teve declarações de amor que talvez na infância ele nunca teve!!
Então…concordo idolatrar não. Analisar, compreender, retirar lições, fazer uma análise crítica e auto-crítica de papai, mamãe, cazuza, joão, de si e dos outros e aproveitar tudo para amar e espalhar amor!!!
Enfim….idiotas, espertos, santos, professores, psicólogos todos morremos!
Quem será neste momento que nos acha idiota sem sabermos na pele o que vivemos?
será que é só Cazuza o idiota? será que os idiotas não merecem amor? será que os idiotas podem nos ensinar rotas que não devemos tomar? será que quando deixamos de nos apiedar não nos tornamos idiotas? será que nossa “moral” não é idiota?
AH…e antes que alguma pessoa muito boa e de nobre estirpe me pergunte: não estou sendo advogado de Cazuza não. Estou entando advogar a causa da humanidade e do amor a si e ao próximo e dos psicólogos que pensam que a vida é uma oportunidade de aprender e pela farta literatura academica a seu dispor, procuram entender mais os processos pelos quais as pessos passam e divulgar mecanismos de libertação que ao meu ver são mais eficientes para construção de uma sociedade com indivíduos solidários que apenas emitir juízos de valor!
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Psicóloga x Cazuza!
Esta mensagem precisa ser retransmitida para todas as FAMÍLIAS!
Uma psicóloga que escreveu, corajosamente algumas verdades.
Uma psicóloga que assistiu ao filme escreveu o seguinte texto:
‘Fui ver o filme Cazuza há alguns dias e me deparei com uma coisa estarrecedora.. As pessoas estão cultivando ídolos errados..
Como podemos cultivar um ídolo como Cazuza?
Concordo que suas letras são muito tocantes, mas reverenciar um marginal como ele, é, no mínimo, inadmissível.
Marginal, sim, pois Cazuza foi uma pessoa que viveu à margem da sociedade, pelo menos uma sociedade que tentamos construir (ao menos eu) com conceitos de certo e errado.
No filme, vi um rapaz mimado, filhinho de papai que nunca precisou trabalhar para conseguir nada, já tinha tudo nas mãos. A mãe vivia para satisfazer as suas vontades e loucuras. O pai preferiu se afastar das suas responsabilidades e deixou a vida correr solta..
São esses pais que devemos ter como exemplo?
Cazuza só começou a gravar porque o pai era diretor de uma grande gravadora..
Existem vários talentos que não são revelados por falta de oportunidade ou por não terem algum conhecido importante.
Cazuza era um traficante, como sua mãe revela no livro, admitiu que ele trouxe drogas da Inglaterra, um verdadeiro criminoso. Concordo com o juiz Siro Darlan quando ele diz que a única diferença entre Cazuza e Fernandinho Beira-Mar é que um nasceu na zona sul e outro não.
Fiquei horrorizada com o culto que fizeram a esse rapaz, principalmente por minha filha adolescente ter visto o filme. Precisei conversar muito para que ela não começasse a pensar que usar drogas, participar de bacanais, beber até cair e outras coisas, fossem certas, já que foi isso que o filme mostrou.
Por que não são feitos filmes de pessoas realmente importantes que tenham algo de bom para essa juventude já tão transviada? Será que ser correto não dá Ibope, não rende bilheteria?
Como ensina o comercial da Fiat, precisamos rever nossos conceitos, só assim teremos um mundo melhor.
Devo lembrar aos pais que a morte de Cazuza foi consequência da educação errônea a que foi submetido. Será que Cazuza teria morrido do mesmo jeito se tivesse tido pais que dissesem NÃO quando necessário?
Lembrem-se, dizer NÃO é a prova mais difícil de amor .
Não deixem seus filhos à revelia para que não precisem se arrepender mais tarde. A principal função dos pais é educar.. Não se preocupem em ser ‘amigo’ de seus filhos.
Eduque-os e mais tarde eles verão que você foi à pessoa que mais os amou e foi, é, e sempre será, o seu melhor amigo, pois amigo não diz SIM sempre.’
Karla Christine
Psicóloga Clínica
Leu ?
Concorda com a psicóloga?
O DIVERSIDADE INTEGRADA QUER SABER SUA OPINIÃO: O QUE VOCÊ ACHA DESTA ANÁLISE A RESPEITO DO CAZUZA. ONDE COMEÇA E ONDE TERMINA O CAZUZA ARTISTA E O CAZUZA GENTE. DÁ PRA SEPARAR?
Inclusive passeando pela net encontrei um blogueiro que deu repercurssão a este discurso da pessoa que se apresenta como psicóloga http://rogerrodrigues.wordpress.com/2009/08/06/cazuza-mocinho-ou-vilao/#comments vejam lá a polêmica e participem aqui também com sua opinião. Amanhã estaremos colocando para vcs um análise do Anderson Muniz sobre o tema.
DEIXE SEU COMENTÁRIO E PARTICIPE DA ENQUETE!!
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DINHEIRO, PODER, MAIS PRESTÍGIO SOCIAL ISSO NOS TORNA VERDADEIRAMENTE FELIZES?
TEMOS DE OLHAR O OUTRO SEMPRE COMO RIVAL E CONCORRENTE?
QUEM (OU O QUE) NOS ESTIMULA A OLHAR A VIDA E OS QUE ESTÃO EM NOSSA VOLTA COMO “INIMIGOS”? SERÁ QUE O INIMIGO ESTÁ FORA DE NÓS OU DENTRO?
ESTA MENSAGEM NOS AJUDA A REFLETIR E A BUSCARA SABER OUVIR NOSSO CORAÇÃO, QUE MUITAS VEZES ESTÁ SENDO SUFOCADO POR PENSAMENTOS QUE SÓ CONTRIBUEM PARA FICARMOS REFÉNS DESTA LÓGICA DE MUNDO EM QUE A FELICIDADE NÃO DEVE SER SENTIDA NO NOSSO COTIDIANO E INCORPORADA POR NÓS ELA DEVE SER APENAS UM CONCEITO DISTANTE!
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recomendo também a leitura do texto publicado pela psicóloga Aline Rangel que está no seguinte link:
http://www.saltoquantico.com.br/2009/04/20/reflexoes-sobre-a-homossexualidade/#more-5649
Homossexual, Bissexual, Heterossexual independente do exercício e da prática sexual Aceite-se! Ame-se! Você também é filho(a) de Deus e é Amado(a) e Protegido(a) por Ele-Ela!
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Sou a soma de tudo que me rodeou e me rodeia.Um protótipo preparatório a fim de que seja,amanha, essa soma mais a soma das coisas que me rodiarão.Um agregado de coisas,situações,cheiros,lembranças próprias e alheias.Aparentemente algumas delas se desprendem, mas mesmo isso ocorrendo sempre fica algo,uma coisa sempre deixa outra coisa como sua substituta.Nada é de todo vazio. Uma operação matematica confusa,onde um mais tres hoje pode ser quatro, mas amanha pode ser seis e logo na outra semana ser igual a zero.Tendendo a um resultado, que embora não conheçamos todas as etapas da equação, todos sabemos onde terminará…ou (re)começará!
JÚLIO CÉSAR
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MELAINE É A PERSONAGEM QUE NA MINHA OPNIÃO TOCA E TRANSFORMA A TODOS EM SUA VOLTA. E PORTANTO É EM SI A TRADUÇÃO DO AMOR EM SEU SENTIDO AMPLO E VERDADEIRO, MANIFESTO EM SUA ESSÊNCIA ESPALHANDO BONDADE E MUDANÇA. CORAJOSA, NÃO ABRE MÃO DE SUAS CARACTERÍSTICAS FEMININAS E AO MESMO TEMPO ENFRENTA COMO GENERAL OS PRECONCEITOS DE SEU TEMPO!
EM BUSCA DO SEU IDEAL DE ESPALHAR AMOR E BONDADE ENFRENTA TANTA ADVERSIDADES QUANTO SCARLETT, MELAINE MESMO CRAVADA NA DOR EM SEU LEITO DE MORTE ESTÁ PREOCUPADA COM QUE AS PESSOAS ESTEJAM BEM E ESTEJAM EM PAZ (para uma reflexão a respeito desta cena acesse o segundo vídeo contido no link: http://diversidadeintegrada.blogspot.com/2009/10/reht-e-escarlet-e-esse-o-modelo-ideal.html)
A trama do filme retrata os dramas vividos por uma mulher que tenta ser forte e acaba por “copiar” e incorporar os padrões sociais vigentes para dar vazão a sua ambição de manter o status da família. Diante de uma guerra em um momento da adolescência o contato com valores de sobrevivência e de maldade a fazem desacreditar de sua própria essência. Amar para Scarlett passa a ser sinônimo de controle e domínio. O egoísmo, vaidade e poder passam a ser seus maiores conselheiros e pontos de referência nas decisões da vida. Bondade não existe. Aí….mesmo sendo ridicularizada por muitos, mesmo sendo tachada como imbecil e idiota, mesmo sendo vista como uma pessoa “zero a esquerda” , uma mulher que adimite em sua casa a “concerrente” que todos sabem deseja o “seu” marido. É essa mulher sem capacidade de ostentar e luxar e colocar os homens aos seus pés Melaine demonstra o para Scarlet que o amor é algo para ser vivido e partilhado para todos e não deve ser guardado para um homem, uma casa, uma fazenda, um filho, um status é algo para ser vivido.
Vale a pena conferir esta cena:
A ascendência moral de Melaine em suas atitudes e o “esforço” para ressaltar somente os aspectos positivos eram muito corajosos. E sua impecável descrição evitando fazer juízo de valor sobre as atitudes das pessoas e enchergar as coisas pelo crivo do preconceito.
Resumo (com informações da wikipédia) e curiosidades sobre o filme:
O filme conta a saga da voluntariosa Scarlett O’Hara, filha de um imigrante irlandês que se tornou um rico fazendeiro do sul dos Estados Unidos, durante a guerra civil estadunidense. Scarlett começa o filme como uma jovem mimada e atrevida que vive na fazenda dos pais. Ela é apaixonada por Ashley Wilkes, filho do fazendeiro vizinho, mas este se casa com Melanie Hamilton. Para fazer ciúmes, logo em seguida Scarlett casa com Charles Hamilton, irmão de Melanie. Após os casamentos, Ashley e Charles partem para a Guerra, que havia acabado de ser declarada. Contudo, Charles morre pouco tempo depois disso. Após ficar viúva, Scarlett vai para a cidade de Atlanta para viver com Melanie e aguardar a volta de Ashley, e acaba por servir ao Sul, como enfermeira, ajudando a cuidar dos feridos da chamada guerra de secessão. Durante esse tempo fora de casa ela começa a sentir na pele o sofrimento, fome e pobreza. Ao voltar para a fazenda dos pais, Scarlett encontra sua mãe morta, seu pai louco e toda a fortuna destruída. Diante dessa situação desesperadora ela toma as devidas providências para não deixar que tomem a sua querida “Tara”.
Durante esse processo, Scarlett conhece um aventureiro, negociante e bastante ligado ao dinheiro e poder Rhett Buttler que pensa que pode comprá-la com sua grana. Como Scarlet está falida, ela precisa da ajuda de Rhett diversas vezes, chegando até a se casar com ele após a perda de seu segundo marido. Porém, Scarlett nunca se deu muito bem com Rhett, casando com ele por interesse. Só no final do filme Scarlett realmente se apaixona por Rhett, contudo o desfecho é inesperado.
Mais informações você pode obter nos links:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gone_with_the_Wind e http://www.65anosdecinema.pro.br/E_o_vento_levou.htm



